Enquanto fala-se de atualização profissional a cerca da demanda social, pouco está sendo valorizado o profissional que busca seu aperfeiçoamento; não há política pública que permita o aproveitamento desde na área de sua especialização, pois o que está a frente é o que escolhestes como profissão no momento do concurso a anos atrás.
Não se importar com o profissional que se aperfeiçoa e se especializa no decorrer dos anos de serviço, ou seja, se você ingressa no serviço público como servente, depois estuda, estuda e se torna uma professora, não poderá atuar, a não ser que faça outro concurso e abra "mão" do que já tenha.
É justo?
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